SINAIS VITAIS 119

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SUMÁRIO

  • ESPECIAL: VI CONGRESSO INTERNACIONAL GESTÃO DE FERIDAS COMPLEXAS: DA DÚVIDA NASCE O CONHECIMENTO
  • CONFERÊNCIA - SÓ A PELE DA PESSOA IDOSA ESTÁ ENVELHECIDA? INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM DIRIGIDAS À PESSOA COM PELE ENVELHECIDA
  • NEM TODAS AS LESÕES NA REGIÃO SAGRADA SÃO ÚLCERAS POR PRESSÃO. O CASO DAS DAI. QUE CREMES E MATERIAIS DE PENSO NÃO SÃO RECOMENDADOS?
  • QUAIS OS ANTISSÉPTICOS QUE DEVO USAR? QUAIS OS MAIS CITOTÓXICOS E OS DE NOVA GERAÇÃO?
  • O MEL NO TRATAMENTO DE FERIDAS
  • AVALIAÇÃO E CONTROLO DA DOR NO DOENTE COM FERIDA Bfood- ANA: A Importância da Nutrição no Tratamento das Feridas Complexas
  • Larvaterapia já comercializada em Portugal
  • UTILIZAÇÃO DE ÁCIDOS GORDOS HIPEROXIGENADOS NA PREVENÇÃO DE ÚLCERAS DE PRESSÃO
  • TERAPIA DE PRESSÃO NEGATIVA: EXECUÇÃO DE TRATAMENTO

 

EDITORIAL

A edição 119 da Revista Sinais Vitais é subordinada exclusivamente à temática do tratamento de feridas, dando especial enfoque ao VI CONGRESSO INTERNACIONAL GESTÃO DE FERIDAS COMPLEXAS: DA DÚVIDA NASCE O CONHECIMENTO, que decorreu nos dias 2 e 3 de Outubro de 2015, e do qual aqui divulgamos uma selecção das comunicações apresentadas.
Como referimos este é o VI Congresso Internacional, ou seja, desde 2009 que a FORMASAU dedica dois dias com várias horas de divulgação, análise e debate sobre o tratamento de feridas. É assim porque atribuímos significado a esta área específica da intervenção dos enfermeiros. Ela é de extrema utilidade para as pessoas que cuidamos pelo que se exigem boas práticas.
Esta área tem sido objecto de investigação, sendo as intervenções na sua maioria fundamentadas em conhecimento formal, resultante dessa produção científica, em especial da levada a cabo por enfermeiros.
Neste sentido, destaca-se o esforço realizado pela FORMASAU como entidade formativa e de divulgação do conhecimento produzido pelos enfermeiros portugueses, quer no âmbito da sua formação académica, quer no âmbito da sua prática clínica.
Assim, é importante produzir mais e melhor investigação e aqui existem vários actores. Temos a Academia, com as suas unidades de investigação desempenham um papel essencial, porque temos o conhecimento produzido pelos mestrados e doutoramentos em enfermagem que é necessário valorizar e temos a Ordem dos Enfermeiros, que deve assumir como desígnio organizar e constituir-se como pivot, facilitar o processo de investigação e orientar quem pretende desenvolver projectos, nomeadamente em contexto clínico.
Não podemos esquecer o momento inédito que vivemos na nossa sociedade e profissão. Temos as eleições para a Ordem dos Enfermeiros nos dias 13, 14 e 15 de Dezembro de 2015, pela primeira vez em voto electrónico, em que todos os enfermeiros podem escolher, a partir de sua casa, os corpos dirigentes que os vão representar para os próximos 4 anos.
As listas e os candidatos são muitos, o que significa que muitas pessoas querem coisas diferentes para a profissão, ou é um facto que resulta da riqueza e heterogeneidade que a profissão entusiasticamente emana? O que é definitivamente importante é termos uma votação participada, para colocar maior legitimidade nas decisões que serão necessárias tomar.

Rui Manuel Jarró Margato, Enfermeiro
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